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Casos suspeitos de coronavírus em MT chegam a 59; 28 somente em Cuiabá

20 Mar 2020 - 17:02

RAFAEL MACHADO DA REDAÇÃO - REPÓRTER MT

Casos suspeitos de coronavírus em MT chegam a 59; 28 somente em Cuiabá

Foto: Reprodução

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) monitora 59 casos suspeitos de coronavíurs em Mato Grosso, sendo 28 casos somente em Cuiabá. Ontem eram apenas 25 casos suspeitos, ou seja, um aumento de 136% em 24 horas.

A informação foi repassada pelo secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, durante coletiva virtual, nesta quinta-feira (19).

Conforme as informações da SES, o Estado apresentou, até o momento, 87 casos, sendo que 59 suspeitos, 11 descartados e 17 excluídos.

Dos 141 municípios, 18 registraram casos suspeitos da Covid-19 sendo: Araputanga (4); Aripuanã (2), Cáceres (2); Campo Novo do Parecis (1); Campo Verde (2); Cuiabá (28); Ipiranga do Norte (1); Juína (1); Juruena (1); Lucas do Rio Verde (2); Nova Xavantina (2); Poxoréu (1); Primavera do Leste (1); Rondonópolis (4); São José do Rio Claro (2); Sinop (1); Tangará da Serra (1); Várzea Grande (3).

Sobre os três casos suspeitos, dois em Cuiabá e 1 em Rondonópolis, que apresentam diagnósticos positivos para o vírus, o Estado aguarda a contraprova do Lacen para validação do resultado.

O secretário ressaltou que a partir desta quinta o Estado começará a realizar testes de contraprova, após receber os primeiros kits para testar coronavírus. Os resultados dos exames saíram em até 72 horas.

Ainda conforme Figueiredo, o governo acredita que 85% dos casos de coronavírus que ocorrerão em Mato Grosso serão leves, 10% graves e 5% críticos.

Ele ressalta que o Estado está alterando o atendimento da rede hospital, como suspensão e cancelamento cirurgias eletivas para atender aos pacientes infectados pelo novo vírus.

“Vamos sair de uma área de investigação e vigilância para aérea de mitigação, ou seja, vai entrar em curso a necessidade do nosso trabalho assistencial das nossas unidades hospitalares, pra isso, o Governo do Estado esta alterando o atendimento da rede hospital. Vamos preparar os nossos hospitais para que tenhamos capacidade de internação dos pacientes em casos graves, que terão que ser internados, e daqueles casos críticos, que terão que usar unidades de terapia intensiva”, explicou.

“A média nossa é que aproximadamente 85% dos casos serão leves, muitos serão assintomáticos, vão ter acompanhamento domiciliar, se quer terão que procurar uma unidade de saúde. Não sendo caso grave, ele não problemas de ordem respiratória e se ele for à unidade de saúde corre o risco de agravar o seu problema, porque nas unidades é que deverão estar a maioria das pessoas contaminadas.

Aproximadamente 10% serão casos graves, vão requerer de atendimento hospitalar  e desses em torno de 5%vão necessitar de UTI”, disse.

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